Mais uma dos benditos trapezistas de minha cabeça. Na realidade, quase uma conclusão socrática: o que acontece quando você não abre mão de ser quem é?
Não, eu não bebi. E juro que não é uma crise de TPM. Se somar resoluções próprias e flexíveis, porém não incineráveis, o que vem? Nada. Você jura que está se dedicando ao que te faz mais feliz, ao que te satisfaz, abre mão de princípios e magoa partes de você[às vezes, essas partes levam o nome de amigos] e, no fim, acaba num velório onde seus amigos choram pelo testamento, sem nenhum herdeiro para sua miséria, nem mesmo para explicar que seu maior desejo, era, apesar de tuuuudo, agradar ao máximo, a quem era que não sabia.
Miaaaaaaaaau, que noite maluca minguante na minha cabecinha cheia.
sábado, 3 de novembro de 2007
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