terça-feira, 4 de dezembro de 2007

(Re)Volta


Após farpas voadoras, raivas maiores que vêm atormentando minha vida há alguns anos, fica o vazio. O que fazer além do de sempre, depois de mais uma [pêia]? Então aparecem as utilidades do momento:


Recebi um gentil aviso sobre a disposição desgrenhada dos meus livros no que carinhosamente chamo de quarto. Mas que dona-de-casa-atarefada-estudante-irmã-filha-sobrinha-amiga-amante-atrapalhada-confusa nunca bagunçou nada?


Não, não é RBD, nem Emo, nem me sujei com tinta de caneta. Muito menos guache. Acredite, foi porque eu quis. Talvez a mãe da minha ex-provável-futura-aluna tenha estranhado também. E talvez por isso não tenha me cumprimentado tão bem quanto antes.


Alzheimer não é o único fator que leva a memória.


Solidão não é o mal. Medo é que é.


Os propósitos do vestibular são maravilhosos. (¬¬')


E, finalmente, Deus sabe o que faz me dando esses maravilhosos elefantes em cada pálpebra, evitando certa carnificina.



Mas só por hoje.



[trilha sonora: The Killer's Song, Kill Bill]




Mi Mi Mi Mi Mi...


Um comentário:

MauroBailey disse...

Não tinha lido esse ainda
Solidão não é o mal. Medo é que é.
medo de não ficar mais só?